Monthly Archives: maio 2012

Gripe ou Resfriado?

Gripe ou Resfriado?

A gripe é uma doença grave, contagiosa, causada pelo vírus Influenza (tipo A,B e C) e o resfriado é menos agressivo e de menor duração, causado pelo Rhinovírus (com seus vários tipos), sendo que a transmissão de ambos, entre as pessoas, se dá através das vias respiratórias. A gripe surge com sintomas severos de febre alta, dor de garganta, dores no corpo, dor de cabeça, fraqueza, mal-estar geral, calafrios, tosse intensa e dificuldade de respirar, e em idosos e pessoas com baixa imunidade, pode haver necessidade de internação hospitalar, às vezes levando o paciente à morte. O resfriado pode provocar irritação na garganta e no nariz, espirros, coriza, obstrução nasal, […]

Bipolaridade, a doença dos excessos

Bipolaridade, a doença dos excessos

Antes do enigma, a ignorância. O paciente com transtorno bipolar apenas se descobre como tal após incessantes busca de tratamento sem sucesso, trazendo consigo diversos outros diagnósticos, como dependência, de drogas, abuso de álcool, obesidade, distúrbios de caráter ou personalidades, transtorno de pânico…, que foram se adicionando ao longo da vida. Existe a forma mais leve de manifestação da doença, que se mistura características da própria pessoa, parecendo compor uma estrutura de base, um temperamento que se manifesta na infância ou na adolecência e se confunde com o “jeito de ser” do indivíduo. Nos quadros leves e nos estados mistos, nem sempre o episódio maníaco se apresenta com euforia excessiva; […]

A Ecografia Pélvica no Diagnóstico de Câncer

A Ecografia Pélvica no Diagnóstico de Câncer

Semanas atrás ocorreu um conclave na Associação Médica do Rio Grande do Sul, onde foi abordado o papel da ecografia pélvica transvaginal ou pélvica, propriamente ditas, no diagnóstico precoce do câncer de ovário e do endométrio (revestimento interno do útero). Diversos palestrantes confirmaram o que ja se lia em estudos publicados em algumas revistas: a rotina de se pedir ecografia transvaginal ou pélvica, anualmente em mulheres assintomáticas de baixo risco na peri-menopausa ou na pós-menopausa NÃO mudou as estatísticas de mortalidade por essas patologias. Confesso que o assunto me parece muito complicado e demais complexo. Aprendemos na Residência Médica e em cursos subsequentes regras diferentes dessas e as pacientes também […]