Memória: da normalidade a doença
Hoje uma grande preocupação é com a memória , se quando não lembramos é normal ou sintoma. Esquecer é algo normal ou é sintoma de doença, em que situações precisamos ficar  preocupados. Sua perda ou dificuldade de evocar assusta, mas nem sempre significa gravidade.
A memória dos fatos forma-se pela REPETIÇÃO da lembrança, quando pensamos varias vezes. Pela EMOÇÃO  que marca e da mais vida há um fato. Se é bom causa a sensação de felicidade e bem estar e também SIGNIFICANCIA  que é importância que gera um fato, como nascimento de um filho ou morte de alguém muito querido. Ela se forma a partir da interação destes 3 fatores. Avaliar  suas alterações, seus prejuízos é o que a neurociência busca respostas, para ajudar a entender algumas doenças.
Cada faixa etária é motivo de preocupação conforme os prejuízos que causa. O tempo  e a frequência da dificuldade e as consequências para  a vida, a tornam sintoma. Todos nós esquecemos fatos, coisas, mas com pouco prejuízo para  execução das tarefas do dia a dia, estão dentro de um processo de normalidade.

Na infância e adolescência geralmente associamos Déficit de atenção (TDAH), Transt. de  Ansiedade  Depressão e outros de menor expressão. Na idade adulta mais comuns são Depressão, TDAH, Transt. de ansiedade, Pânico, TOC e outros. Já a partir do nosso envelhecimento, na medida que ela é afetada a ter preocupações com doenças mais graves e comprometedoras como Doença de Alzheimer. É uma doença que não tem cura até o momento, e compromete todo o futuro da pessoa. Depressão com um histórico de tratamento inadequados ou com pouca resposta também está muito associado ao DA.

O Instituto da Mente de NH, promove uma palestra aberta a comunidade com o Tema: “Quando a Memória Falha: da Normalidade à Doença”
Data: 25.11.2014
Horário: 20 horas
Local: Sindicato dos Médicos de NH
Av. Victor Hugo Kunz, 950 – Hamburgo Velho – NH
Ingresso: 1 kg de alimento não perecível
Dr. Andres Kieling
Psiquiatra
CREMERS 15169