O custo social da depressão

Segundo a OMS, a Depressão em 2020, será a doença que mais vai leva pessoas, a incapacidade para o trabalho. No SUS as doenças emocionais correspondem a perto de 30% dos auxílios doença.

Uma doença cujos sintomas principais são:  tristeza intensa e persistente, perda de interesse ou prazer, sentimento de culpa e baixa autoestima, alteração do sono e apetite, pouca energia ou concentração, abuso de substâncias psicoativas e pensamentos recorrentes de morte ou suicídio, que pode ficar aguda por 6 ou meses, acaba tornando-se altamente incapacitante para a vida.

A queda na produtividade e grande numero de suicídios, estão entre os impactos  sociais e econômicos  da doença.  De acordo com a OMS, menos de 25% das pessoas com o problema, recebem o tratamento adequado. O mundo de hoje, competitivo, que leva as pessoas a sentirem-se ameaçadas em seu ambiente de trabalho. Não identificar importância na própria função ou estar em constante pressão, são alguns fatores psicológicos, que contribuem para a fadiga mental. Isto pode levar a distúrbios mais sérios, que interferem no rendimento para o trabalho, sendo causa também de muitas demissões.

Para controlar esta pandemia a pesquisa médica, busca desenvolver novas drogas mais seguras e eficazes, com menos efeitos colaterais e com controle mais rápido  e eficaz  dos sintomas.

Já avançamos no controle desta doença, mas ainda não na cura. Aproximadamente 80% das pessoas, após a 1ª crise, tem uma segunda e cronificam. Tem controle, mas não tem cura. O busca-se o controle dos sintomas para devolver o individuo a vida útil pessoal e profissional.

Andres Kieling
CREMERS  15169 – Psiquiatra